16.1.09

Tenho ainda amarras amargas em meu peito
de onde vem eu sei
vem de pequeno e não era no seio
o meu jeito desligado
pensando tudo objeto
me torneio meio abtjeto
não querido buscando algo fora
que não tenho dentro
um amor profundo capaz de me tornar brega e algoz da arte
mas a arte se manifesta independente de mim
mas o amor que parte de mim mesmo não.
Compaixão é algo que nunca compreendi diireito
sempre soube por inconstância pois as pessoas o tinham por mim
e mesmo assim não fui capaz de amá-las teriam elas e eu outro interesse ?
Coisas que não depreendo
Coisas que não aprendo
coisas que pra mim são coisas e não mais sentimentos.

Um comentário:

Saulo disse...

Objetividade meu amigo... o nome disso é objetividade! Onde acaba apoesia mora o silêncio e a ciência... Onde acaba a dor mora a saudade e o receio! Não vê amarras vê cuidados! Somos tão sólidos quanto escaldados.
Logo você, eu entendo, tão passional... Mas esse olhar vítrio é o que protege! Não se assu8ste se seus sentimentos te visitarem em sonho, só porque é o lugar mais seguro!